Mudei
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PEGUE UM TÁXI E SIGA MEU RACIOCÍNIO
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Sérgio Cabral Filho, Governado do Rio de Janeiro, assumiu publicamente a necessidade de legalização do uso controlado de drogas no país. Sérgio tem o apoio pessoal do Presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, e ambos prometem atuar no sentido de colocar na pauta do Congresso a discussão sobre o assunto.
Sempre fui favorável a essa medida - obviamente que associada a outras - como única capaz de conter o tráfico de drogas.
Agora, vamos acompanhar de perto de que modo nossos deputados e senadores irão conduzir a questão.
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Marcadores: cotidiano
Este texto é uma reprodução.
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Marcadores: cotidiano

Na mesma linha, acabo de ouvir na fila do mercadinho:
"Ali não tem tempo ruim. O carro dele é rateado por satélite".
Ou seja, além de roubar carro, o pessoal assassina o português com requintes de crueldade.
Marcadores: cotidiano
O Governador da Bahia, Jaques Wagner, está p*t* da vida com a "cobertura" da Globo durante o carnaval de Salvador. Em seus telejornais, a Globo praticamente limitou-se a registrar os casos de violência. Os desfiles, os blocos, os trios e a alegria ficaram de fora.
O curioso é que as estatísticas da violência durante o carnaval na Bahia mantiveram-se praticamente estáveis em relação ao ano passado, com um aumento no número de roubos, mas redução no número de mortes.
Marcadores: comunicação, cotidiano

Valei-me, meu São Galvão.
A gente não agüenta mais isso não.
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Pós post:
Finalmente vamos ter um santo brasileiro. O papa vai canonizar o frei Galvão dia 11 de maio, em missa campal no Campo de Marte [SP]. Chico Bento 16 podia aproveitar e canonizar todo o povo brasileiro. Pela sacrossanta paciência e pelos milagres que faz para sobreviver com um salário mínimo de merda. (Sérgio Faria, no Catarro Verde)
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Recomendo a leitura deste excelente post no blog da Cláudia.
Marcadores: cotidiano, sociologia

Marcadores: cotidiano
Texto de Ligia Martins de Almeida
Publicado originalmente no Observatório da ImprensaA moça que matou os pais - e está cumprindo 39 anos de pena - ganhou pelo menos meia página nos principais jornais da semana passada.
A mulher que foi presa por suspeita de ter mandado matar o marido milionário ganhador de um prêmio de loteria mereceu página inteira na Veja, além de farto espaço nos jornais.
A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, em cuja gestão o desmatamento da Amazônia foi reduzido em 50% - e que recentemente recebeu um prêmio da ONU por seu trabalho em defesa do ambiente - só mereceu pouco mais do que dez
linhas em alguns jornais. Isso nos mesmos dias em que os mesmos diários deram páginas e páginas sobre o relatório divulgado na sexta-feira (2/2), em Paris, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC).
Ao comparar essas notícias, inevitável a pergunta sobre quais são os critérios da imprensa ao falar de mulheres.
Homenagem da ONU
A história de Suzane von Richthofen - a condenada - já deveria ter caído no esquecimento. Afinal, é crime antigo, o julgamento acabou e ela entrou para o rol dos condenados que cumprem pena. Ou os leitores estão condenados a
cumprir pena junto com a moça, informados de cada novo acontecimento relativo a ela? Se o objetivo é mostrar o funcionamento da Justiça e do sistema penitenciário, certamente há milhares de casos - inocentes à espera
de julgamento, condenados que já cumpriram pena e continuam presos etc., etc. - que poderiam render matérias bem mais consistentes do que as "fofocas" sobre a situação da condenada que virou celebridade.
Se os jornais têm espaço e jornalistas disponíveis para tratar de casos como o de Suzane, ou da ex-cabeleireira viúva, não devem faltar recursos para dar mais destaque à ministra que recebeu um prêmio internacional por sua
atuação. E nem daria muito trabalho. Era só acessar o site da ONU para descobrir por que ela está entre os sete vencedores do Campeões da Terra de 2007 do Programa das Nações Unidas para o Ambiente. Lá está dito:
"Marina Silva é uma lutadora incansável pela proteção da floresta amazônica.
O trabalho dela deu prioridade à conservação ao mesmo tempo em que leva em conta as perspectivas do povo que usa seus recursos no seu dia-a-dia. Nesse ponto, ela é uma campeã dos objetivos da Convenção da Diversidade Biológica,
que promove conservação, uso sustentável e divisão igualitária dos benefícios da diversidade. Como membro do Senado brasileiro, ela legislou com sucesso pela preservação da floresta amazônica, defendeu seu povo contra a pobreza e protegeu o modo de vida deles. Como ministra brasileira do Meio Ambiente, desde 2003, a contribuição dela para preservar a variada, complexa e rica Amazônia brasileira é notável: o desmatamento diminui mais 50% nos últimos dois anos - um resultado inegavelmente ligado a um novo processo governamental implementado por ela e fundamentalmente baseado na idéia de setores governamentais e privados nas questões ambientais."
Outra categoria
A imprensa não pode alegar que não divulga notas oficiais - porque as poucas linhas dedicadas à ministra saíram de uma nota da Radiobrás. E, menos ainda, dizer que este não era o assunto do momento. Meio ambiente foi o grande - e
merecido - destaque da semana. O relatório do IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) recebeu o espaço devido na imprensa e até gerou matérias mostrando o que cada um de nós pode fazer
para tentar ajudar na salvação do planeta.
Não haveria momento melhor para discutir com a ministra, como ambientalista militante e representante do governo, o que pode e deve ser feito pelo Brasil na questão ambiental. Era o momento certo de reunir cientistas e
pesquisadores para fazer, com as autoridades, um debate sobre a situação brasileira e as medidas necessárias para preservar o meio ambiente.
Nas páginas dedicadas ao assunto durante a semana, Marina Silva pouco apareceu. Embora estivesse em um título de matéria ("Brasil não está preparado, diz Marina Silva" - O Estado de S.Paulo, 3/2/2007), ela só aparece no lead, para dizer "Nenhum país está. O que é dramático é justamente isso".
Reconhecida internacionalmente, para a imprensa a ministra brasileira parece estar na categoria dos santos de casa que não fazem milagre. Principalmente quando o santo é mulher.
obs: Obrigado, Cláudia.
Marcadores: comunicação, meio ambiente, política

Prazer. Na verdade é isso que nos move. O verdadeiro destino do homem é sentir prazer e a sua grande saga é superar, minimizar, driblar o não-prazer. Mesmo a tal felicidade, tão buscada, somente se justifica pelo prazer que proporciona.
Essas reflexões me remetem à questão do trabalho. É muito triste trabalhar sem prazer, movido apenas pelo dinheiro.
Estou convencido de que a verdadeira medida da minha remuneração é o prazer que aquele trabalho em questão, a ser realizado, me proporciona. Já fiz até de graça coisas pelas quais me senti plenamente gratificado. Já fui "bem pago" para fazer coisas que deixaram em mim apenas a sensação de haver me livrado de algo desagradável.
O prazer advindo da atividade profissional é sutil e complexo, quase indefinível. Mas todos nós sabemos quando ele está ou não presente.

Os cautelosos dizem que água e conselho a gente só dá a quem pede. Os cínicos afirmam que se conselho fosse coisa boa, a gente não dava, vendia. Mas recebi isto de uma amiga e achei legal.
Receita da Dona Helena para se manter jovem...
- Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.
- Freqüente de preferência seus amigos alegres. Os "baixo astrais" puxam você para baixo.
- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer.
- Curta coisas simples.
- Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
- Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente.
- A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo.Esteja VIVO, enquanto você viver.
- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
- Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para cidade vizinha, para um país estrangeiro,mas não faça viagens ao passado.
- Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades.
E lembre-se sempre que:
- A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego...
de tanto rir...
de surpresa...
de êxtase...de felicidade...
Conheça o cidadão que Gilberto Kassab, Prefeito de São Paulo, chamou de vagabundo. Prepotência o Kassab tem de sobra. Respeitar os outros que é bom, Kassab não sabe.
A matéria é Paulo Henrique Amorim.